Advogado para tráfico de drogas em Curitiba: a distinção tráfico/uso (40g STF), a legalidade da abordagem, o tráfico privilegiado e como a defesa atua na Lei de Drogas.
Uma acusação de tráfico de drogas é uma das mais graves do direito penal — com penas de 5 a 15 anos e, para o tráfico comum, o tratamento de crime hediondo. Mas também é uma das áreas em que a defesa técnica mais faz diferença: a distinção entre tráfico e uso, a legalidade da abordagem que gerou a apreensão, o reconhecimento do tráfico privilegiado. Esta página explica como funciona a defesa em casos de drogas em Curitiba e como o escritório atua.
Em Curitiba, os casos de tráfico de drogas tramitam nas Varas Criminais do Centro Judiciário de Curitiba, no bairro Ahú (Avenida Anita Garibaldi, 750) — e, quando há prisão em flagrante, a pessoa é apresentada à Central de Audiências de Custódia, na mesma estrutura, em até 24 horas.
Há, porém, uma observação importante: o tráfico internacional (que envolve a entrada ou saída de drogas do país) é de competência da Justiça Federal, com estrutura própria em Curitiba — historicamente um polo importante da Justiça Federal criminal. A definição da competência (estadual ou federal) é um dos primeiros pontos que a defesa analisa.
O escritório fica no Ahú, próximo ao Centro Judiciário, o que favorece a agilidade nas urgências — sobretudo na audiência de custódia, decisiva nos flagrantes de tráfico.
O ponto central de muitos casos de drogas é a distinção entre tráfico (art. 33 da Lei de Drogas, pena de 5 a 15 anos) e uso pessoal (art. 28, que não prevê prisão). A lei não fixa uma quantidade exata que separe um do outro — o juiz analisa critérios: a quantidade, a forma de acondicionamento, o local, as circunstâncias, a conduta.
A defesa em casos de tráfico trabalha em camadas:
Cada uma dessas teses depende da análise concreta dos autos — da prova, das circunstâncias da apreensão, do perfil do acusado.
Diante de uma acusação de tráfico na capital:
O tráfico é uma acusação grave, mas está longe de ser sem defesa — e a análise técnica desde o início é o que constrói as melhores teses.
Diante de uma acusação de tráfico de drogas em Curitiba, a defesa técnica desde o início é essencial. O escritório atende com urgência, com sede no Ahú.
(41) 99519-4564 · WhatsAppNas Varas Criminais do Centro Judiciário de Curitiba (bairro Ahú). Em caso de flagrante, a apresentação à Central de Custódia ocorre na mesma estrutura, em 24 horas. O tráfico internacional, porém, é de competência da Justiça Federal, com estrutura própria em Curitiba — a definição da competência é um dos primeiros pontos da defesa.
A lei não fixa uma quantidade exata — o juiz analisa a quantidade, o acondicionamento, o local e as circunstâncias. O uso (art. 28) não prevê prisão; o tráfico (art. 33), de 5 a 15 anos. Para a maconha, o STF fixou 40g como parâmetro de referência de uso pessoal. A desclassificação de tráfico para uso é uma tese central da defesa.
É uma redução de pena de 1/6 a 2/3 (art. 33, § 4º) para o réu primário, de bons antecedentes, que não se dedica ao crime nem integra organização. Além de reduzir a pena, o privilégio afasta a hediondez — mudando regime e benefícios. É uma das teses mais importantes da defesa em casos de drogas.
Pode — uma busca pessoal ou domiciliar ilegal pode anular a prova que sustenta a acusação. A entrada em domicílio, por exemplo, exige requisitos específicos, e sua violação é frequentemente decisiva. A legalidade da abordagem e da apreensão é um dos primeiros pontos que a defesa analisa.
Sim — o tráfico é grave, mas está longe de ser sem defesa. As teses incluem a desclassificação para uso, a ilegalidade da prova, o tráfico privilegiado e a dosimetria. Cada uma depende da análise concreta dos autos, e a atuação técnica desde o início — na audiência de custódia — é o que constrói as melhores teses.
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